Lição 1 Sábado, 3 de outubro de 2020
O princípio do evangelho de Jesus Cristo
E, depois que João foi entregue à prisão, veio Jesus para a Galileia, pregando o evangelho do Reino de Deus e dizendo: O tempo está cumprido, e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho (Marcos 1:14 e 15).
Não houve exibição de armas nem arrombamento da porta das prisões; mas a cura de enfermos, a pregação do evangelho e o erguimento das almas humanas testemunhavam da missão de Cristo. — Educação, p. 157.
Estudo adicional: O Desejado de Todas as Nações, pp. 109-113.
Domingo, 27 de setembro - Ano bíblico: Habacuque 1-3
1. O PRINCÍPIO DO EVANGELHO
A • Como Marcos dá abertura ao relato da vida de Cristo? O que ele imediatamente reconhece em Jesus? Marcos 1:1.
Mc 1:1 — Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.
B • Explique o significado de “evangelho”. Romanos 1:16.
Rm 1:16 — Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego.
A misericórdia e a bondade [de Deus] são totalmente imerecidas. A graça de Cristo justifica o pecador livremente, sem qualquer mérito ou exigência da parte deste. A justificação é perdão pleno e completo do pecado. No instante em que um pecador aceita Cristo pela fé, nesse exato momento ele é perdoado. A justiça de Cristo lhe é imputada, e não deve mais duvidar da graça perdoadora de Deus. — The SDA Bible Commentary [E. G. White Comments], vol. 6, p. 1071.
Não há nenhuma falha no plano de Deus para a salvação dos homens. Se o evangelho não é o poder de Deus para a salvação de todas as almas, isso não significa que exista deficiência no evangelho, mas porque os seres humanos não são crentes práticos nem recebedores práticos da graça e da justiça de Cristo. [...] Os crentes professos não aceitam a Cristo como seu Salvador pessoal, mas seguem a Jesus à distância. — Este dia com Deus, p. 18.
Segunda-feira 28 de setembro - Ano bíblico: Sofonias 1-3
2. O PRECURSOR DE CRISTO
A • Qual era a obra de João Batista? Marcos 1:2; Lucas 1:17.
Mc 1:2 — Como está escrito no profeta Isaías: Eis que eu envio o Meu anjo ante a Tua face, o qual preparará o Teu caminho diante de Ti.
Lc 1:17 — E irá adiante dEle no espírito e virtude de Elias, para converter o coração dos pais aos filhos e os rebeldes, à prudência dos justos, com o fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto.
Em todas as etapas da história da Terra, Deus teve Seus agentes para darem andamento à obra, que deve ser feita da maneira designada. João Batista tinha uma obra especial, para a qual nasceu e para a qual foi designado — a obra de preparar o caminho do Senhor. [...] Seu ministério no deserto foi o mais impressionante e literal cumprimento da profecia. — The SDA Bible Commentary [E. G. White Comments], vol. 5, p. 1115.
Em João Batista, o Senhor levantou para Si um mensageiro a fim de preparar-Lhe o caminho. Esse mensageiro devia dar ao mundo um decidido testemunho ao reprovar e apontar o pecado. — Mensagens escolhidas, vol. 2, p. 147.
Nossa obra de proclamar a segunda vinda de Cristo é semelhante à de João Batista, o precursor de Cristo em Seu primeiro advento. Devemos proclamar ao mundo a mensagem: “O grande dia do Senhor está perto. ‘Prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus’.” (Amós 4:12). Precisamos fazer muito mais do que temos feito. — Refletindo a Cristo, p. 201.
B • Qual era a mensagem de João e quem ia ouvi-lo? Marcos 1:3-5.
Mc 1:3-5 — Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as Suas veredas. 4 Apareceu João batizando no deserto e pregando o batismo de arrependimento, para remissão de pecados. 5 E toda a província da Judeia e todos os habitantes de Jerusalém iam ter com ele; e todos eram batizados por ele no rio Jordão, confessando os seus pecados.
C • A quem João direcionava o povo? Qual era a diferença entre a obra de João e a do futuro Messias? Marcos 1:6-8.
Mc 1:6-8 — E João andava vestido de pelos de camelo e com um cinto de couro em redor de seus lombos, e comia gafanhotos e mel silvestre, 7 e pregava, dizendo: Após mim vem Aquele que é mais forte do que eu, do qual não sou digno de, abaixando-me, desatar a correia das sandálias. 8 Eu, em verdade, tenho-vos batizado com água; Ele, porém, vos batizará com o Espírito Santo.
João informou seus discípulos de que Jesus era o Messias prometido, o Salvador do mundo. Quando sua obra estava terminando, ensinou os discípulos a olharem para Jesus e a segui-lO como o grande Mestre. A vida de João foi de tristeza e altruísmo. Ele anunciou o primeiro advento de Cristo, mas não lhe foi prometido testemunhar-Lhe os milagres nem desfrutar do poder manifestado por Ele. Sabia que, quando Jesus Se estabelecesse como Mestre, ele, João, deveria morrer. Sua voz raras vezes era ouvida, a não ser no deserto. Sua vida era solitária. Não se apegou à família do pai, para desfrutar de sua companhia, mas deixou-os a fim de cumprir a própria missão. Multidões abandonavam as atarefadas cidades e aldeias e reuniam-se no deserto para ouvirem as palavras do maravilhoso profeta. João punha o machado à raiz da árvore. Reprovava o pecado sem temer as consequências, e preparava o caminho para o Cordeiro de Deus. — Primeiros escritos, p. 154.
Terça-feira, 29 de setembro - Ano bíblico: Ageu 1 e 2
3. O SALVADOR É BATIZADO
A • Por que motivo Jesus foi ver João? Marcos 1:9.
Mc 1:9 — E aconteceu, naqueles dias, que Jesus, tendo ido de Nazaré, da Galileia, foi batizado por João no rio Jordão.
Quando Jesus apresentou-Se para ser batizado, João reconheceu nEle uma pureza de caráter que nunca tinha visto em homem nenhum. [...] Nunca conhecera um ser humano de quem brotasse tão divina influência. Tudo isso estava de acordo com o que havia sido revelado a João sobre o Messias. No entanto, recusou-se a atender o pedido de Jesus. Como ele, um pecador, poderia batizar o Inocente? E por que Aquele que não precisava de arrependimento deveria Se submeter a uma cerimônia que era uma confissão de culpa a ser lavada?
Quando Jesus pediu o batismo, João recusou, exclamando: “Eu careço de ser batizado por Ti, e vens Tu a mim?” Com firme, se bem que branda autoridade, Jesus respondeu: “Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça”. E João, cedendo, desceu com o Salvador ao Jordão, sepultando-O nas águas. — O Desejado de Todas as Nações, pp. 110 e 111.
B • Como o Espírito Santo Se manifestou no batismo de Jesus — e o Pai também? Marcos 1:10.
Mc 1:10 — E, logo que saiu da água, viu os Céus abertos, e o Espírito que, como pomba, descia sobre Ele.
O Senhor prometera dar a João um sinal pelo qual pudesse reconhecer quem era o Messias, e agora, assim que Jesus saiu da água, o sinal prometido foi dado; viu os Céus abertos, e o Espírito de Deus, como uma pomba do mais puro ouro, pairou sobre a cabeça de Cristo, e uma voz veio do Céu, dizendo: “Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo”. [...]
Por causa do pecado, a Terra foi separada do Céu, mas com um braço humano Cristo envolve a raça caída, e com um braço divino, firma-Se no trono do Infinito, e a Terra é levada ao favor do Céu, e o homem à comunhão com Deus. A oração de Cristo em favor da humanidade perdida abriu caminho através da sombra que Satanás lançara entre o homem e Deus, e deixou um luminoso canal de comunicação que alcança o próprio trono da glória. As portas ficaram entreabertas, os Céus se abriram, e o Espírito de Deus na forma de uma pomba circundou a cabeça de Cristo, e a voz de Deus foi ouvida, dizendo: “Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo”. — The SDA Bible Commentary [E. G. White Comments], vol. 5, p. 1078.
Quarta-feira 30 de setembro - Ano bíblico: Zacarias 1-5
4. CONDUZIDO AO DESERTO
A • Aonde Jesus foi imediatamente após o batismo? Marcos 1:12. Por quê?
Mc 1:12 — E logo o Espírito O impeliu para o deserto.
Por que, logo no início de Seu ministério público, Cristo foi levado ao deserto para ser tentado? [...] Ele foi, não em Seu próprio favor, mas em nosso nome, a fim de vencer por nós. [...] Ele devia ser provado e testado como um representante da raça. Devia enfrentar o inimigo num encontro pessoal, para derrotar aquele que pretendia ser o líder dos reinos do mundo. [...]
Nosso Salvador resistiu à prova da tentação em cada ponto, e assim tornou possível ao homem vencer. — Para conhecê-lO, p. 32.
Quando Jesus foi ao deserto para ser tentado, foi levado pelo Espírito de Deus. Não convidou a tentação. Foi para o deserto para estar a sós a fim de avaliar Sua missão e obra. Por jejum e súplica devia Se fortalecer para a sangrenta vereda que devia trilhar. Mas Satanás sabia que Jesus tinha ido ao deserto, e entendeu ser essa a melhor ocasião para se aproximar dEle. — O Desejado de Todas as Nações, p. 114.
B • Chegando ao deserto, contra o que Jesus teve de lutar? Como Deus O ajudou? Marcos 1:13.
Mc 1:13 — E ali esteve no deserto quarenta dias, tentado por Satanás. E vivia entre as feras, e os anjos O serviam.
A menos que haja a possibilidade de ceder, a tentação não é tentação. Ela é resistida quando o homem é fortemente influenciado a praticar um mau ato; e, sabendo que pode praticá-lo, resiste, pela fé, com firme apego ao poder divino. Foi essa a provação pela qual Cristo passou. — Mensagens escolhidas, vol. 3, p. 132.
C • Como Deus promete nos ajudar nos momentos de necessidade? Salmos 91:11; Salmos 34:7.
Sl 91:11 — Porque aos Seus anjos dará ordem a Teu respeito, para Te guardarem em todos os Teus caminhos.
Sl 34:7 — O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem, e os livra.
Os anjos [de Deus] são enviados para nos guardarem, e se nos colocarmos sob sua vigilância, nesse caso estarão à nossa mão direita em todas as horas de perigo. Quando inconscientemente corrermos o risco de exercer má influência, os anjos estarão junto a nós, induzindo-nos a seguir um melhor caminho, escolhendo palavras e nos influenciando na prática das ações. Assim, nossa influência pode ser uma força poderosa no sentido de atrair outros a Cristo e ao mundo celestial, embora de modo silencioso e inconsciente. — Minha consagração hoje, p. 302.
Quinta-feira 1 de outubro - Ano bíblico: Zacarias 6-10
5. EXPANDINDO A MENSAGEM DE JOÃO
A • Depois que o Batista cumpriu sua missão, que mensagem Jesus começou a pregar — e por quê? Marcos 1:14 e 15.
Mc 1:14 e 15 — E, depois que João foi entregue à prisão, veio Jesus para a Galileia, pregando o evangelho do Reino de Deus, 15 e dizendo: O tempo está cumprido, e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho.
A mensagem evangélica, segundo era anunciada pelo próprio Salvador, baseava-se nas profecias. O “tempo” que declarava estar cumprido, era o período de que o anjo Gabriel falara a Daniel. [...] “Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, sete semanas, e sessenta e duas semanas” (Daniel 9:25), sessenta e nove semanas, ou quatrocentos e oitenta e três anos. A ordem para restaurar e edificar Jerusalém, confirmada pelo decreto de Artaxerxes Longímano (Esdras 6:14; 7:1), entrou em vigor no outono de 457 a.C. Daí, quatrocentos e oitenta e três anos estendem-se ao outono de 27 d.C. Segundo a predição dos profetas, esse período devia chegar ao Messias, o Ungido. No ano 27, Jesus recebeu, em Seu batismo, a unção do Espírito Santo, e pouco depois começou Seu ministério. Foi então proclamada a mensagem: “O tempo está cumprido”. — O Desejado de Todas as Nações, p. 233.
O próprio Cristo foi o criador do sistema judaico, o próprio fundamento do dispendioso templo, o antítipo para o qual todos os serviços sacrificiais apontavam. Os judeus haviam aguardado com aparente ansiedade a vinda de Cristo. Os escribas, que eram instruídos na lei e conheciam as declarações dos profetas a respeito da Sua vinda, sabiam pela história profética que o tempo de vigilância e espera pelo advento dEle ao mundo havia expirado. — The Spirit of Prophecy, vol. 3, p. 35.
Sexta-feira 2 de outubro - Ano bíblico: Zacarias 11-14
PARA VOCÊ REFLETIR
1. Quando Deus nos perdoa? Quão completo é esse perdão?
2. Qual foi a obra especial de João Batista? Qual é a nossa obra hoje?
3. O que aconteceu no batismo de Jesus? Por que isso foi significativo?
4. Como Cristo venceu por nós em Sua experiência no deserto? O que isso significa?
5. O que Jesus queria dizer ao afirmar que o tempo estava cumprido? A que tempo Ele Se referia?
Sábado 3 de outubro - Ano bíblico: Malaquias 1-4
Prefácio
João Marcos, que viajou com Paulo e Barnabé, escreveu o Livro de Marcos.
“O próprio Barnabé era ‘natural de Chipre’ (Atos 4:36); e agora, ele e Paulo, acompanhados por João Marcos, parente de Barnabé, visitavam essa ilha.
“A mãe de Marcos era uma convertida à religião cristã, e seu lar em Jerusalém era um abrigo para os discípulos. Ali sempre tinham a certeza de serem bem recebidos para ocasiões de descanso. Foi durante uma dessas visitas dos apóstolos ao lar da mãe de Marcos que este se ofereceu para acompanhar a Paulo e a Barnabé em sua viagem missionária. Ele sentia o favor de Deus no coração, e ansiava dedicar-se inteiramente à obra do ministério evangélico.” — Atos dos Apóstolos, pp. 166 e 167.
Quando Marcos começou a viajar com Barnabé e Paulo, o rapaz descobriu que o serviço era duro demais e voltou para casa. Ao tentar pela segunda vez, Paulo se recusou a trabalhar com ele. Mais tarde, o apóstolo mudou a opinião quanto a Marcos, achando-o tão prestativo que disse a Timóteo: “Toma Marcos e traze-o contigo, porque me é muito útil para o ministério” (2 Timóteo 4:11).
Marcos também trabalhou muito próximo a Pedro (1 Pedro 5:13). Acredita-se que Pedro tenha relatado a Marcos as próprias experiências. Marcos, mesmo não sendo uma testemunha ocular, registrou as memórias de Pedro acerca de Jesus. A abertura que Marcos fez para o seu evangelho é muito mais resumida do que a dos outros três. Ele inicia a narrativa com o “princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus” (Marcos 1:1). Imediatamente confessa sua fé em Jesus como o Filho de Deus.
“O Salvador da humanidade nasceu de uma família humilde num mundo pervertido e amaldiçoado pelo pecado. Cresceu na obscuridade em Nazaré, uma pequena aldeia da Galileia. Iniciou Sua obra em meio à pobreza e sem distinção no mundo. Não buscava admiração ou aplausos mundanos, mas morava entre os humildes. Aparentemente, era apenas um homem humilde, com poucos amigos. Assim, Deus introduziu o evangelho de uma forma totalmente diferente do modo como muitos consideram sábio proclamar o mesmo evangelho nos dias de hoje. [...]
“‘O Reino de Deus não vem com aparência exterior’ (Lucas 17:20). O evangelho da graça de Deus, com seu espírito abnegado, nunca pode estar em harmonia com o espírito do mundo.” — The Review and Herald, 18 de janeiro de 1906.
Que o Senhor nos ajude a aceitar uma medida maior deste evangelho da graça no coração e no viver hoje enquanto estudamos as lições deste trimestre.
— Departamento da escola sabatina da Conferência Geral
Sábado, 3 de outubro de 2020
Oferta de Primeiro Sábado para a sede em Savigny-Sur-Orge, França
Com uma população conjunta de cerca de 87 milhões, França, Bélgica e Suíça formam uma parte influente da Europa Ocidental. O Movimento de Reforma existe na França há várias décadas. Durante a Segunda Guerra Mundial, nossos irmãos daqui estavam entre aqueles que sofreram sob condições horríveis como vítimas do notório campo de concentração de Gurs. Mas a mensagem foi amparada pela graça de Deus, e hoje a França, a Suíça e a Bélgica formam a Associação Francesa Adventista do Sétimo Dia — Movimento de Reforma.
As instalações da propriedade em Savigny-Sur-Orge, no subúrbio de Paris, servem de sede para a Associação, mas precisam muito ser ampliadas. Em 1991, um pequeno templo foi construído sobre a propriedade, adquirida vários anos antes graças a algumas generosas doações. Com a ajuda de Deus, a obra se desenvolveu aqui, apesar da mentalidade desafiadora do povo francês, tão fortemente enraizada nas ideias ateístas e católicas — resquícios dos 1260 anos de perseguição. Lembremos que alguns anos depois de Lutero, cerca de metade do povo era protestante. Mas por causa da perseguição, muitos fiéis ou morreram por causa da fé (sob a roda de tortura, em estacas, galés, prisão etc.) ou fugiram para países mais hospitaleiros, como Suíça, Alemanha, Holanda e América (EUA e Canadá).
No entanto, ainda há muitas almas sinceras que foram enganadas e estão ansiosas para receber a luz a fim de tomarem posição ao lado do Senhor. Portanto, rogamos seu generoso apoio financeiro para realizarmos essa tão necessária ampliação e ficarmos mais bem preparados para alcançar essas almas.
Muitos do estrangeiro e do interior da França já ajudaram nessa empreitada. Aqui temos vários irmãos dos territórios ultramarinos franceses, da Romênia, do Brasil, de Portugal, do Congo, da Moldávia e de várias outras nacionalidades. Essa diversidade cultural é uma verdadeira bênção porque nos permite aprofundar na fé, tornando-a mais sólida nos princípios bíblicos fundamentais, além das tradições culturais que geralmente são difíceis de quebrar e têm o potencial de distorcer a mensagem. Não será o Evangelho Eterno pregado “aos que habitam sobre a Terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo” (Apocalipse 14:6)? Juntos, tornemos isso uma realidade!
— A Associação Francesa agradece antecipadamente sua oferta.
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